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O reflexo pudendo-anal apresentou resultado variável dependendo da intensidade do estímulo realizado, promovendo 3 estágios de latência dos reflexos. Maiores intensidades levaram a menor tempo de latência.
No reflexo uretro-anal, multiplicando-se o limiar obtido, não houve alterações do tempo de latência. Observou-se a presença de atividade elétrica anterior à resposta consistente encontrada. Isso sugere que o reflexo uretro-anal apresente um componente de transmissão rápida semelhante àquela encontrada no reflexo pudendo-anal. Contudo, uma preponderância de transmissão mais tardia, caracterizada pelo maior tempo de latência, confere ao reflexo uretro-anal um padrão de transmissão polissináptico, com menor diâmetro e mielinização de fibra nervosa em relação ao pudendo-anal.
Uma maior casuística é necessária para uma melhor padronização destes reflexos, visando estabelecer um grupo controle confiável para estudos comparativos futuros com mulheres que apresentem alterações na continência uretral.