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Nosso objetivo foi avaliar a prevalência de incontinência urinária em mulheres atendidas no ambulatório geral do Centro de Saúde Escola de Botucatu – UNESP. No período de janeiro de 1996 a dezembro de 1997, foram entrevistadas 807 mulheres com prevalência de incontinência urinária, em 29,7%, sendo que 9,2% eram casos com incontinência aos mínimos esforços. Destes somente 30,8% das pacientes utilizavam protetores. A urgência associou-se a IUE em 59,2% dos casos. As pacientes foram divididas em dois grupos, de acordo com presença ou não de perda urinária. A idade média no grupo G1 (com perda urinária) foi de 52,9 anos e no grupo G2 (sem perda urinária) foi de 49,9 anos (p<0,05). O índice de massa corpórea (IMC) no grupo G1 foi em média de 27,5%, enquanto que, no grupo G2 foi de 25,8% (p<0,05). Histerectomia prévia ou história de incontinência fecal não influenciaram a ocorrência de perda urinária. Nós concluímos que o fator idade tem influência na perda urinária, assim como a obesidade medida pelo IMC.

Unitermos: Incontinência urinária feminina; prevalência.