Na avaliação subjetiva do assoalho pélvico 74,5% (38/51) do grupo incontinente contra 100% do grupo continente apresentaram contração muscular visível. Não houve diferença estatística significante entre os grupos (tabela 2).
Na avaliação por meio do toque vaginal, 9,8% (5/51) das mulheres incontinentes não apresentaram contração muscular, 37,3% (19/51) tiveram contração muscular reconhecível, 35,3% (18/51) mostraram uma contração muscular sustentada durante 5 segundos, e 17,6% (9/51) demonstraram contração sustentada por mais de 5 segundos. No grupo continente, observou-se 6% (3/50) de contração muscular reconhecível, 8% (4/50) mostrou contração muscular sustentada durante 5 segundos, e 86% (43/50) com contração muscular por mais de 5 segundos (Figura 1).
A avaliação objetiva da força muscular do períneo no grupo II foi maior que no grupo incontinente grupo I; onde o pico máximo foi de 38,4cm H2O e o médio de 26,1cmH2O comparado a 28,1cm H2O e 15,4cm H2O respectivcamente no grupo incontinente. A duração da contração muscular foi de 11,8 e 8,9 segundos (Tabela 3), no grupo continente e incontinente respectivamente. Houve diferença estatísticamente significante entre os grupos (P <0.05).