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Prolapso vaginal resulta, na maioria das vezes, do estiramento dos ligamentos utero-sacrais externos à vagina, em mulheres que foram submetidas a histerectomia. Em mulheres não histerectomizadas, o estiramento dos ligamentos utero-sacrais devido à fraqueza intrínseca do tecido conjuntivo pode resultar em prolapso de cúpula vaginal. Pode ainda estar associado várias formas de disfunções vesicais, incluindo, retenção urinária, urgência, polaciúria e incontinência urinária de esforço. O prolapso deve ser reduzido antes da  avaliação da função vesical e a visualização de perda de urina durante o exame ginecológico, nesta circunstância, está fortemente associada com a presença de deficiência intrínseca do esfíncter uretral, que deve ser comprovada, pois, esta disfunção, necessita de tratamento específico associado a cirurgia de correção do prolapso. O estudo urodinâmico prévio à terapêutica cirúrgica, para avaliação da função do esfíncter uretral é fundamental. 

Figura 1: Prolapso vaginal em paciente histerectomizada.